Resenha de Feérica pelo Drunk Culture

Resenha de Feérica pelo Drunk Culture

Link original: http://drunkculture.blogspot.com.br/2014/03/resenha-feerica-carolina-munhoz.html

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Não me canso de dizer para vocês, o quanto tenho me admirado e encantado com a literatura nacional; o que os autores brasileiros, tem de talento, não é brincadeira! Muito melhor que muitos escritores americanos por ai. Realmente não entendo os blogueiros que tem preconceito com a literatura de seu próprio país, porque afinal, devemos admirar também os talentos do nosso povo, não apenas os gringos. Mas gosto é gosto e cada um tem o seu, fazer o quê. Acho uma pena, de verdade. Vocês não sabem o que estão perdendo!

Já tinha resenhado um conto da Carolina Munhoz por aqui, o ‘Fui uma boa menina?’ liberado por ela e pela Rocco para download gratuito no fim do ano, e a elogiei do mesmo modo que irei fazer agora. Estava curiosa sobre Feérica desde o seu lançamento e agora, que finalmente adquiri e li a obra, tenho muito a dizer. Preparados para mais uma resenha bombástica?

“ Em choque, Violet mais uma vez viu ao redor de si um mundo de decepção e vergonha em diferentes direções. O arrependimento bateu no coração e desejou ter tido a coragem de atravessar o véu. Se aquela sensação que lhe espremia continuasse, em pouco tempo teria uma crise nervosa e isso era perigoso. Quando fadas não detinham controle de suas almas, podiam perder completamente a natureza mágica de serem aladas. Aquilo seria um desastre para ela. Provavelmente a ruína para a família. Na verdade, nada que lhes fosse uma novidade…

_ Os deuses estavam de folga quando eu nasci.” Página 34

 

Violet Lashian é uma fada, digamos… excêntrica, exótica e de fato, uma das personagens mais marcantes de todos os tempos. Vivia em Ablach, uma dimensão mágica que as vezes a deprimia mais do que fazia feliz. Ninguém ‘dos seus’ parecia entendê-la ou ver algo de bom nela. Alguns admiravam sua originalidade, mas era só. Tanto ela quanto as irmãs eram mal vistas pela sociedade feérica por conta de boatos que envolviam seu falecido pai, a rainha e seus cabelos púrpura. Diziam que ela era amaldiçoada. O seu amor pelas coisas humanas só fazia com que fosse ainda mais mal vista por todos. A própria família torcia o nariz para o estilo ‘chamativo’ de Violet e a sua vontade de se parecer com os seres mortais.

E por isso, fadas como Bree – uma das mais populares da dimensão feérica, se empenhavam em fazer da sua vida, um inferno. Queriam bani-la de Ablach. Ninguém gostava da sua presença, exceto suas irmãs. E no fim das contas, foi o que acabou acontecendo, a feérica caiu no mundo humano que tanto admirava e o seu objetivo era um só; queria se fazer notar, pela primeira vez na vida, ser admirada e idolatrada por alguém, fazer parte daquele mundo. O mundo das estrelas.
” O primeiro dia de inverno chegara e representava o dia da festa de lançamento do reality show Feérica. Estava previsto que um bilhão de pessoas ao redor do mundo assistiriam ao programa, e o frio na barriga de Violet e toda a produção para a estreia começava a perturbar.”Página 175

 

As aventuras de Violet no mundo mortal são extremamente divertidas e a história toda é meio que narrada pela fada durante uma entrevista que dura até os últimos capítulos do livro. Um dos principais acontecimentos que se desenvolvem durante o livro é a perda do lado feérico de Violet Lashian, cada dia mais parecida com qualquer outra humana rica e famosa.

A falta de sorte dela no amor também é um problema. No mais, todas as personagens criadas pela Carol são de uma personalidade única e encantadora. Destaque para o seu Antônio, quem ajudou a feérica desde o início, para que ela se tornasse uma estrela e para Michael, seu agente bonitão que por mais que a odeie no início, vai se encantando assim como todos os outros pelo carisma da fada.

Feérica é maravilhosamente bem escrito e tenho orgulho em dizer que comecei a ler ele umas 22h e só fui largar 3h da manhã, quando terminei de ler. A arte da capa é outro detalhe à parte, nunca vi livro tão caprichado. Apaixonada por Violet Lashian e pela história maluca da feérica, sem dúvidas! Parabéns Carol, você conseguiu provar para nós, que uma fada pode sim ser reinventada no nosso mundo.

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Carolina Munhóz dá mais detalhes sobre livro em parceria com Sophia Abrahão

Carolina Munhóz dá mais detalhes sobre livro em parceria com Sophia Abrahão

Link original: http://sophiabr.com/carolina-munhoz-da-mais-detalhes-sobre-livro-em-parceria-com-sophia-abrahao/

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No final de tarde desta sexta-feira (07), a escritora Carolina Munhóz fez um chat em seu microblog twitter e respondeu perguntas de seus seguidores sobre seus próximos projetos, dentre eles, o livro em parceria com Sophia Abrahão pela Rocco. O chat foi dominado por Tirulipos que ansiosos bombardearam Carol com perguntas e para a felicidade dos fãs ela deu mais detalhes sobre a trama da história. A grande novidade é que o livro já está praticamente na metade e que logo deve ir para revisão (processo onde o livro é corrigido se for necessário ortograficamente ou em sua coerência). O obra também já tem nome e segundo Munhóz, foi pensando nos fãs e por enquanto ainda é surpresa, mas adiantou que deve ter por volta de 250/300 páginas e que será uma história de um mundo fantástico que lidará com problemas reais. Respondendo outra fã de Sophia, Carolina disse que tem se inspirado também nos Tirus, na própria Sophia que a deixa ser criativa e confia em seu trabalho, em Alice no País das Maravilhas e O Labirinto do Fauno. A escritora ainda reforçou que as sagas Harry Potter e Jogos Vorazes ainda são grandes referências na construção da história porém ela não será do gênero distopia. Com previsão para ser lançado na Bienal de São Paulo que acontece em agosto deste ano, sem nada confirmado ainda, Carolina também respondeu que em alguns meses farão uma enquete para a votação das cidades em que ela e Sophia poderão visitar lançando a obra.

A equipe do Sophia Brasil está ansiosa pelo lançamento desse grande trabalho e vocês?

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Resenha “Fui uma boa menina?” pelo blog “Garotas de Jales”

Resenha “Fui uma boa menina?” pelo blog “Garotas de Jales”

Link original: http://garotasdejales.wordpress.com/2014/03/03/resenha-fui-uma-boa-menina/

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O livro conta a história de uma garota de cabelos brancos, misteriosa, que odeia as comemorações festivas de finais de ano. Ela relata todos os ocorridos ao seu diário, a quem decide chamar carinhosamente de Rosebud.

Segundo a garota, a razão por odiar está data é pela necessidade de sua família se preocupar com os outros e não consigo própria, mas de acordo você aprofunda a leitura, vai perceber que há algo muito maior por trás de tudo isso…

Este conto pode ser adquirido gratuitamente na Amazon como e-book e para aqueles que não possuem kindle, podem instalar o aplicativo Kindle para PC ou o Kindle para Tablet Android. Sendo uma leitura rápida, agradável e cheia de suspense, super recomendo!

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E a literatura nacional?

E a literatura nacional? – Reflexão do blog “Por uma boa leitura”.

Link original: http://www.porumaboaleitura.com.br/2014/03/papo-literario-e-literatura-nacional.html

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Oi, gente, tudo bem?

Não sei se vocês viram esta noticia circulando pela internet, mas fazendo uma pesquisa por algumas bibliotecas públicas do Rio de Janeiro, dois autores estão no ranking de livros mais lidos: Nick Sparks e JK Rowling. A fonte da pesquisa é o site do Jornal O Globo.

Não é de hoje que os livros do Sparks emocionam os leitores que adoram um bom romance. Sou suspeita para falar porque sou uma grande fã do autor. Prova disso foi o perrengue que passei na Bienal só para conseguir um mísero autógrafo no meu livro. Outro fator que depõe em seu favor é o fato da maioria dos seus livros terem sido adaptados para o cinema, o que aumenta a fama do escritor. Prova disso é que, segundo a matéria, os exemplares que mais são emprestados são “Um Amor Para Recordar”, “Um Homem de Sorte” e “A Escolha” (esse último ainda não adaptado). Não coloco aqui a popularidade do Nicholas a prova. Sou fã dele e não julgo ninguém por querer ler os seus livros. Pelo contrário, quem lê os livros dele tem em mãos uma história de qualidade que nos faz refletir.

Como sempre, o que reportagem “critica” é o fato das pessoas lerem best sellers estrangeiros ao invés de clássicos da literatura nacional como, por exemplo, Os Sertões. Um dos entrevistados fala que as pessoas preferem o ” mais comercial”. Bom, aqui vai a minha opinião e gostaria muito da de vocês também.

Acredito que a literatura nacional está voltando a entrar em foco e, principalmente, está se reinventando com os novos talentos. Claro que não podemos ignorar os grandes clássicos como Machado, Clarice Lispector e companhia. Mas entendo que a linguagem desse tipo de livro é mais arrastada e gera um afastamento por parte do leitor. E é aqui que entra os autores nacionais de hoje com suas histórias que refletem o nosso dia a dia, com uma linguagem mais atual e atraente. Não tem como não aproveitar uma leitura assim.

Acho que é muito fácil falar que o leitor gosta do que está na mídia, mas e o espaço para os autores nacionais? E a divulgação deles? O que a última novela das 21 horas vez com a Carolina Munhoz foi lindo. Divulgado uma nova autora nacional, isso enriquece. Mas infelizmente, isso é uma exceção. Sabemos que não é fácil para eles conseguirem a tão sonhada publicação, conseguirem o seu espaço. A literatura nacional não é feita só dos clássicos.

Para finalizar, na matéria do G1 há uma afirmação: os jovens não vão atrás dos clássicos sem divulgação. E porque os bibliotecários, donos de livrarias, etc, não vão atrás de jovens AUTORES nacionais que dão show de escrita? Porque não colocar seus livros em evidência nas prateleiras? Muito fácil falar que só consumimos o que vem de fora. Mas alguém faz algo para mudar isso? Alguém (vulgo donos de livraria, bibliotecários, intelectuais) divulga os novos autores?

É um caso a se pensar…

 

 

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Grupo no Facebook

Conhecem o grupo “O Inverno das Fadas”? Uma galerinha muito legal discutindo minhas obras. Vamos lá participar? https://www.facebook.com/groups/1424602497756542/

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Próximos eventos

Pixeletra – Jundiaí – Leitura

Data: 06 de Abril de 2014 (domingo)

Horário: 15:00 às 17:00hs

Atividade: Bate-papo com Raphael Draccon, Affonso Solano, Ana Macedo e Marcel Colombo. Autógrafos.

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FLIPOÇOS – POÇOS DE CALDAS – MG

Data: 04 de Maio de 2014 (domingo)

Horário: 15:00

Atividade: Bate-papo com Raphael Draccon, André Vianco e Raphael Montes. Autógrafos.

flipoços

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CINCO ANOS PUBLICADA – Relembrando minha carreira

CINCO ANOS PUBLICADA – Relembrando minha carreira

cinco anos de carreira

Dia 13 de Fevereiro de 2009, uma sexta-feira. Sim! Escolhi uma sexta-feira 13 para começar de verdade a minha carreira. Fui perceber agora que completei cinco anos publicada no mercado e quis aproveitar para dizer: MUITO OBRIGADA! Vocês, queridos leitores e amigos virtuais, me tornaram uma pessoa mais feliz. Aprendi com os livros a amar a vida e com vocês a amar a minha carreira. Poder cinco anos depois estar vivendo de literatura é um prazer inigualável, por isso realmente sou grata por todo carinho.

Fiquei nostálgica e resolvi relembrar um pouco desses cinco anos. Claro que antes deles existiram mais quatro anos de busca por editoras, mas gostaria de focar na jornada depois de publicada.

Meu primeiro lançamento foi “A Fada” pela Arte Escrita, na FNAC de Campinas. Estava absurdamente nervosa, contudo, no final do dia sentia-me nas nuvens. Para uma garota antissocial acabaram aparecendo muitas pessoas no lançamento e foi uma das primeiras vezes que me senti amada. Fui perceber só depois a grande dificuldade de se vender de porta em porta. Mas não tinha outra solução, pois quatro anos procurei por alguma editora que me desse a oportunidade de mostrar meu trabalho. Ralei bastante para conseguir vender os 2 mil exemplares de tiragem. Participei de todos os eventos da região, fui em diversas escolas e comecei minha própria assessoria de imprensa. E assim encontrei meu caminho. Sai de meu emprego em uma multinacional e fiquei por mais de um ano ganhando R$2,50 a hora cadastrando livros em um Sebo. Tudo para poder divulgar a minha obra. No final de 2010, tinha um livro publicado em editora pequena e no meu currículo matérias na Folha de SP, Estadão, Disney Channel e diversos outros veículos. Para complementar existiu a Época. Nunca vou me esquecer daquela matéria. De receber a ligação do Danilo lá no sebo e de chorar porque uma revista como aquela queria me entrevistar. Quando abri o conteúdo e me vi ao lado de Cassandra Clare e Alexandra Adonetto vi que valia sacrificar alguns anos de minha vida para colher outros melhores no futuro. Com essa bagagem recomecei a minha busca. Precisava de uma editora maior.

Foi em 2010 que conheci autores que admirava como Raphael Draccon, Eduardo Spohr e Thalita Rebouças. Já era amiga do Vianco na época. E foi nesse mesmo ano que realizei o sonho de conhecer meu grande ídolo, Paulo Coelho. Mas ainda tinha meu livro de capa dura longe das prateleiras e aquilo me matava. Queria mostrar minha história para mais pessoas. Ver se outros se identificariam com a minha dor e busca do por que estamos aqui.

Acabei sentando com uma grande editora e ficamos horas em uma reunião. Sai do escritório com a promessa de que seria uma autora deles e iríamos nos dar muito bem. Uma semana depois entraram em contato falando que a parecentista tinha achado o livro muito evangélico e por isso não iriam mais publicar (sim, A Fada já foi considerado evangélico! Mesmo falando de Wicca, rs). Mas fiquei por muito tempo com uma frase daquela editora: “como você conseguiu tantas matérias? Temos um best-seller na sua área e não estamos conseguindo colocá-lo nelas”.

O esforço estava valendo a pena.

Então juntei minha obra e a clipagem para enviar aos cartões coletados na Bienal do Livro. Falando nisso: minha primeira Bienal do Livro como autora foi em SP, onde autografei na Livraria Pergaminho. Sou muito grata por eles terem me dado meu primeiro emprego em 2006 e meu primeiro autógrafo nesse evento.

Enviei os e-mails e esperei. Alguns dias depois recebei um feedback da editora Novo Século aceitando relançar “A Fada”. Minha reação foi dar altos pulos de felicidade. Até meu marido ficou surpreso, pois não havia comentado com ele que iria enviar novamente meu material.

Assim em 2011 estava na Bienal do Livro do Rio de Janeiro com uma nova tentativa. Aquele evento foi muito significativo pra mim. Primeiro porque não sabia o que encontrar e para a minha felicidade “A Fada” foi o terceiro livro mais vendido do estande, logo após a P.C Cast e Alyson Noël. Segundo porque fiz duas amizades que me marcaram muito, uma delas sendo com a própria Alyson.

Mesmo vendendo metade da minha tiragem de três mil exemplares em alguns meses, e vencendo o Prêmio Jovem Brasileiro, buscava mais. Aconteceu que começou a criação da Fantasy e tanto a Casa da Palavra quanto a Leya me queriam no time. Pensei muito e resolvi arriscar. Em julho de 2012 lançava meu segundo livro: “O Inverno das Fadas”.

Esse livro foi minha grande benção. Gosto MUITO dele, mas ninguém sabia como seria a recepção. Ao contrário do que muitos acham, não tive um grande marketing. Fizemos uma votação da capa no Submarino e fiquei dias pedindo por inbox para as pessoas votarem. Só! Depois foi o normal de grande editora. Divulgação na Bienal, em blogs, veículos de mída e pontas de gôndola. Mas para a minha surpresa e de todos de lá, reimprimimos a tiragem inicial de 7 mil exemplares em duas semanas. Aquele foi um choque! Então veio a imagem principal abaixo e consegui algo que sonhava desde de meus 16 anos de idade: entrei em uma lista de mais vendidos. “O Inverno das Fadas” foi o quinto livro mais vendido do site Submarino em todo o mês de julho. Eu não poderia estar mais feliz. É POR ISSO QUE AGRADEÇO DO FUNDO DO MEU CORAÇÃO PELA CONFIANÇA DE VOCÊS.

Veio a Bienal de SP de 2012 e foi lindo. Conquistamos a capa da Ilustrada, recebemos leitores de braços abertos e o livro foi o segundo mais vendido da editora Leya, após “A Dança dos Dragões”, do George R. R. Martin.

Revolvi então embarcar em uma nova aventura e comecei a criação de “Feérica”, meu livro mais divertido. Enquanto isso pude conhecer diversas cidade, leitores e feiras pelo Brasil. Esses eventos e o encontro com vocês me fizeram perceber meu papel como escritora e ser humano. Percebi que falamos neles mais do que naquelas palavras escritas. Nossas almas conversaram e ouvi histórias de vidas que para sempre vão me marcar.

Cheguei em 2013, lancei essa nova obra, fomos para mais lugares, embarquei na aventura de gravar acontecimentos do meu dia-a-dia e vivi um dos momentos de mais orgulho da minha vida. Pude acompanhar o Raphael Draccon em seu lançamento no México. Por que foi um momento de orgulho? Não vi apenas meu marido realizar um sonho. Vi um grande profissional do meu ramo mostrar que existe literatura fantástica de qualidade nesse nosso rico país. Acompanhei todas as entrevistas e vi jornalistas se emocionarem ao verem um jovem latino-americano cruzar essa barreira em uma editora de grande porte. Eu, que sempre tive sonho de ser publicada em outros países e que batalho há anos por isso, senti-me orgulhosa de ver um exemplo.

Posso então fechar esse texto com os últimos acontecimentos. Meus sonhos malucos se tornando realidade. Foi assim que no dia do meu aniversário de 25 anos assinei com a Rocco, editora dos meus livros favoritos e fui reconhecida no mesmo dia pelo meu grande ídolo em uma polêmica mundial. Não parecia real.

Agora tenho uma trilogia para escrever e de presente ganhei ainda mais uma obra ao lado de uma grande pessoa que é a Sophia Abrahão. Outra jovem que ralou muito nessa vida e hoje está colhendo os frutos.

Resolvi escrever um pouco – hummm, bastante – sobre essa jornada porque sei que quando estava começando eu buscava textos para me ajudarem a não desistir.

Quantas e quantas vezes dormi chorando por conta de um “não”. Até hoje durmo! Quantos eventos vendi cinco livros, depois de oito horas sentada. E as diversas vezes que vesti minhas asas de fada e vi pessoas rirem? Por isso é curioso ouvir de pessoas que não me conhecem o quanto sou “rica”, “esnobe” ou “seduzi todos os livreiros do mercado literário para colocar meu livro em destaque” (essa é a melhor!). Até hoje existem haters que acreditam – ou precisam muito acreditar – que minhas vitórias sofridas só se realizaram porque resolvi casar com uma pessoa do ramo, cujas vitórias também foram sofridas. Sim, ainda existem pessoas que acreditam que uma mulher só pode vencer dependendo de um homem.

Fui chamada de “maluca” muitas vezes. Muitos me recriminaram por ficar “sem trabalhar” por um tempo para me focar nessa jornada. Outros acharam que tinha jogado meu futuro no lixo. Mas na verdade, eu o havia encontrado.

Eu só digo uma coisa: encontrei vocês e sou uma das escritoras mais felizes desse país. Pago minhas contas, meus hobbies e minhas viagens com dinheiro vindo de literatura. No fundo, nós, malucos beleza, somos os que mudamos os padrões.

Obrigada, meus feéricos! Que venham mais 5, 10 e 50 anos.

 

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Viagem 2014

Olá, feéricos!

Acabei de voltar de uma viagem profissional pelos Estados Unidos e gostaria de compartilhar com vocês as fofas autoras que encontrei por lá.

Alyson Noël

Ela já figurinha carimbada, né? Amo a Alyson de paixão e foi um prazer passar uma semana ao lado dessa pessoa incrível.

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Jessica Brody

A Jessica é meu porto seguro nos Estates. Terceira vez que nos encontramos lá e amo demais passear com ela e seu marido.

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Lauren Kate

Queria muito conhecê-la e acabou acontecendo. Ela é um doce de pessoa e adorei nossa conversa. Realmente um anjo =)

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Leigh Bardugo

Pensa em uma pessoa engraçada? É ela! Super divertida. Foi bom reencontrá-la.

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Gretchen McNeil

Simpatia em pessoa! Super sorridente e amigável. Também é a segunda vez que a encontramos e não tem como não gostar dela.

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