Olá pessoal!

É com muita alegria que informo novamente minha participação na Feira do Livro de Ribeirão Preto.

No ano passado participei do evento e foi muito legal. Vocês podem acompanhar tudinho que aconteceu aqui - http://www.carolinamunhoz.com/blog/?p=1168 

Nesse ano palestro novamente com o escritor Raphael Draccon no Salão de Ideias. Todos os dados estão abaixo e adoraria poder contar com a presença de vocês.

Saiu a revista oficinal no site da feira e estamos na página 56.  Ela  está disponível online: http://pt.scribd.com/full/91945188?access_key=key-zysdrzip2oqu8dfways 

12ª FEIRA NACIONAL DO LIVRO DE RIBEIRÃO PRETO

Quando: 03/06 (domingo), às 15h00 hs.

Onde: Salão de Ideias

O que: Bate-papo e sessão de autógrafos.

Com quem: escritor Raphael Draccon (www.raphaeldraccon.com)

Entrada: Franca.

Vamos nos divertir mais uma vez!

 

 

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Post sobre o livro “A Fada” no blog Mundo Literário da fofa Lala. Para comentar e ver o post original: http://meu-mundo-literario.blogspot.com.br/2012/04/novidades-livro-fada.html 

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Como já apresentei a nossa nova escritora parceira do blog, mostrando um pouquinho sobre ela e sobre sua obra, agora venho apresentar seu livro.

 

“Alguns jovens ganham presentes caros, passagens aéreas ou festas surpresas em seus aniversários de 18 anos. Melanie Aine ganhou o falecimento do pai, uma estranha tatuagem e a descoberta de que não era um ser humano.

Como se tudo isso não fosse suficiente, Melanie ainda descobriu por detrás da enevoada e mística cidade de Londres um mundo fantástico que até poderia ignorar, se não descobrisse ser parte importante dele. Um legado que traz com ele diversas tragédias e problemas pessoais que ela não espera se adaptar, mas não sabe se terá opção.

A única parte recompensadora parece ser seu encontro com um homem misterioso, oriundo de uma família bruxa poderosa, cuja relação caminha em uma linha bamba e tênue que separa afeto e fúria.

Um afeto que pode levá-la à transcendência e à vida eterna.

Uma fúria que pode conduzi-la à morte e ao esquecimento.

Dentre muitos feitiços, lutas, criaturas mágicas e eventos sobrenaturais, “A Fada” é uma história de descobertas e superações, sobre como o amor pode fazer várias pessoas redescobrirem a vida e a magia nela.”

“Uma história repleta de magia e espiritualidade. Candidata a seguir os passos de Alexandra Ardonetto e Cassandra Clare” – Revista Época.”

 

O livro parece ser encantador,  pois é uma história cheia de magia, mistério, romance e descobertas. Em um singelo e breve momento, um amor faz várias pessoas redescobrirem a vida e a magia nela.  Eu adorei a capa do livro, tem um pouco de mistério nela, e parece que tráz uma momento importante do livro.  Quando eu tiver a oportunidade de ler o livro, colocarei  resenha no blog pra vocês conferirem.

Bem, pra quem quiser saber mais do livro ou mesmo da autora é só entrar em contato

 

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Olá pessoal!

Dei minha opinião sobre o Pottermore para a querida Revista Época. Querem conferir? http://revistaepoca.globo.com/Mente-aberta/noticia/2012/03/jk-rowling-revela-sua-visao-digital.html

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J.K. Rowling revela sua visão digital

Para vender Harry Potter como livro eletrônico, ela se impôs à Amazon

DANILO VENTICINQUE COM ISABELLA AYUB

LANÇAMENTO J.K. Rowling no anúncio do Pottermore. Além de vender os e-books da série, o site incorpora elementos de games (Foto: Akira Suemori/AP)

A chegada de Harry Potter ao mercado de e-books, mais de 15 anos após o lançamento do primeiro livro da série, poderia ser vista pelos fãs como um indesculpável atraso. Enquanto séries mais recentes como Crepúsculo Jogos vorazes já haviam estabelecido uma forte presença digital, os jovens leitores fanáticos por Harry Potter tiveram de esperar até a semana passada para ter acesso à série em e-books e audiolivros. O motivo da demora – sabe-se agora – era a elaborada estratégia digital da autora J.K. Rowling. Ela se recusava a vender seus livros em sites tradicionais de venda on-line.

Quando os detalhes do lançamento foram revelados, soube-se que Rowling conseguira impor à Amazon e à Barnes and Noble uma situação única entre os autores: os livros da série Harry Potter serão vendidos exclusivamente no site da autora, o Pottermore, embora possam ser lidos no Kindle e em outros e-readers. Apenas a Apple, dona do iPad, ainda não aceitou que os livros sejam vendidos fora do iTunes – eles podem ser lidos no iPad e no iPhone com o aplicativo do Kindle.

“Essa é a maior concessão que a Amazon já fez a qualquer autor ou editora”, afirma o americano Bob Stein, diretor do Instituto para o Futuro do Livro. Além de manter-se em contato direto com os leitores, ao vender o livro em seu próprio site a autora elimina intermediários. As comissões dadas à Amazon por livros vendidos no Pottermore para o Kindle são menores que as pagas pelos livros vendidos no site da Amazon. A iniciativa de Rowling foi comparada à da banda americana Radiohead, que, em 2007, lançou o álbum In rainbows em seu próprio site, esnobando as gravadoras. Com uma diferença: ao contrário da banda, Rowling conseguiu o direito de usar os canais de distribuição dos sites de venda, sem abrir mão de seus direitos. Para vencer a queda de braço, ela contou com um poder sem precedentes no mercado editorial. Não interessa a nenhuma fabricante de e-readers vender um dispositivo incapaz de baixar a série de livros mais popular do mundo.

O empenho de Rowling sugere, porém, que ela tem algo mais a seu favor que apenas o poder de suas vendas. Ao contrário de outros autores de sucesso, meros fornecedores das editoras, ela demonstra ter um projeto digital para sua obra. O controle sobre toda a cadeia de distribuição digital de seus livros faz parte de um plano ambicioso para manter o interesse pela série sem depender de novos livros e filmes. Rowling anunciou em fevereiro que se dedicará a outros projetos literários, como um livro para o público adulto. Mas não quer perder o controle sobreHarry. Os filmes, brinquedos e outros produtos associados aos livros fizeram da série uma marca com o valor estimado de US$ 15 bilhões. A admiração dos jovens continua em alta mesmo após o lançamento do último filme. Com a chegada dos e-books, a série deve atingir uma nova geração de leitores, que crescerá sem o hábito de ler livros de papel. Muitos fãs atuais prometem comprar a versão digital mesmo tendo os livros em casa. “As pessoas de minha geração reclamavam muito, porque crescemos usando a internet para tudo, mas nossos livros favoritos só estavam disponíveis no papel”, afirma a escritora Carolina Munhoz, de 22 anos. “Agora, vamos poder terHarry Potter no e-reader e também na estante.”

Embora poucos autores sejam capazes de criar um exército de fãs tão dedicados, a iniciativa de Rowling pode inspirar mudanças no mercado editorial. “Rowling é sem dúvida a mais popular de todas, mas outros autores poderiam tentar imitar o modelo e transformar seus livros em universos digitais. Livros infantojuvenis e de fantasia são ideais para isso”, afirma Stein. O escritor infantojuvenil Pedro Bandeira, que acaba de fechar um acordo para a publicação de 40 e-books pela editora Moderna, diz admirar o projeto criado por Rowling. “É uma inovação o autor poder criar uma empresa para vender os próprios livros”, afirma. “Sites como o Pottermore podem demorar para surgir no Brasil, mas é uma questão de tempo até aparecerem editoras digitais capazes disso.” Mais que a colaboração das editoras, será necessário que o autor se dedique a criar conteúdo interessante por vários meios, em vez de apenas escrever suas histórias.

Além de vender com exclusividade os e-books e audiolivros, o site Pottermore oferecerá aos leitores uma experiência interativa de leitura, que incorpora funções de games e redes sociais aos livros. É possível seguir o herói pelos capítulos ilustrados com imagens inéditas, acumulando pontos e coletando itens como moedas e livros de magia. Os usuários podem trocar experiências e duelar entre si. O site também traz textos inéditos da autora sobre o universo da série. “O melhor, com certeza, são os textos inéditos, porque trazem informações sobre o passado de vários personagens”, diz o estudante Daniel Mählmann, um dos usuários da versão de testes do site.

Criado em julho, mas ainda restrito apenas a convidados, o Pottermore deverá ser aberto ao público em abril. Está previsto que novas versões dos livros digitais, com imagens e sons incorporados à narrativa, chegarão ao site até o fim do ano. Por enquanto, apenas os e-books simples estão disponíveis.“O Pottermore será uma experiência de leitura diferente de qualquer outra”, afirma Rowling, no vídeo gravado para apresentar o projeto. “Estarei lá também, dividindo informações sobre o mundo de Harry Potter que mantive em segredo há anos.” A dona da magia não vai abrir mão.

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Dei uma entrevista muito bacana sobre fanfics para o Devilish Alternative.

Para conferir: http://devilishalternative.blogspot.com.br/2012/04/fanfic-entrevista-com-carol-munhoz.html

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Fanfic quer dizer Fan Fiction, que não significa nada mais nada menos que ficção criada por fãs. O bom de fanfics é que não existem regras, você pode ressucitar um personagem, criar, recriar, matar… simplesmente soltar sua imaginação.
É claro que estou falando sobre fanfics por causa de Harry Potter. Sempre tinha ouvido falar da Draco Dormiens, de Cassandra Clare, mas nunca tinha parado pra ler. Pois bem, fiz isso. Estou amando e recomendo!

Uma das coisas maravilhosas de fanfics é que isso sempre mantém o fã sendo fã, porque na real a série de filmes, livros, quadrinhos, animes, nunca tem fim. OK EU ESTOU FALANDO ISSO POR CAUSA DE HP ~TODOSCHORA Voltando ao normal. Outra coisa muito boa de fanfics é que no começo os fãs escrevem por diversão e às vezes até se tornam escritores! Há alguns fictores por aí que já lançaram livro e claro que eu estou morrendo pra ler. Um bom exemplo é a Carolina Munhóz, colunista do Potterish e escritora de fics. Ela lançou seu livro, A Fada, e topou dar uma entrevista ao Devilish, ela foi super querida e atenciosa!

1. O que te motivou a escrever fics?
R: Eu sempre fui uma pottermaníaca, então não conseguia ficar sem ler algo que envolvesse Harry Potter. Aos poucos tomei gosto pelas fanfics e naturalmente comecei a escrever. Eu sempre gostei de casais diferentes e aquela era a minha forma de expressar. O processo de escrever fanfics acabou no final me ajudando muita na minha carreira literária.

2. Você saiu em uma reportagem na Revista Época com Alexandra Adornetto e Cassandra Clare. Como se sentiu com essa oportunidade e sendo tachada tão boa escritora quanto as citadas?

R: A matéria da Época foi incrível. Sempre brinco que existe minha carreira antes da Revista Época e depois da Revista Época. Com certeza muita coisa mudou graças aquela comparação. Poder receber um elogio daquele é muito gratificante. Se eu conseguir alcançar pelo menos um terço do que essas duas ótimas escritoras alcançaram, já estou muito feliz.

3. Dá para perceber que você é grande fã de Harry Potter, qual seu livro e personagens preferidos?

R: Eu AMO o Cálice de Fogo e a Ordem da Fênix. Sou apaixonada por esses livros. Minha personagem favorita é a Luna Lovegood e meu personagem favorito o Rony Weasley.

4. Qual sua dica para iniciantes com fics?
R: Monte uma estrutura de sua fanfic antes de começar a escrever. Isso ajuda muita no processo de escrita para não ficar perdido no futuro. Outro detalhe importante é pelo menos uma vez por semana postar um capítulo diferente. Se você demora muito para continuar, seus leitores param de ter interesse.

5. Alguma fic para indicar?

R: The Draco Trilogy da Cassandra Clare, sem dúvidas. Foram seis anos dela dedicados a essa fanfic e é simplesmente maravilhosa. Adora fanfics que envolvam o Draco, tanto que minha fanfic principal era Luna Lovegood e Draco Malfoy.

6. Todos sabemos que ser escritor é complicado e difícil. Às vezes, para conseguir publicar um livro leva-se anos e anos correndo atrás de editoras que aceitem, vemos isso pela prórpia JK. Com você foi assim?

R: Sim! É muito complicado e é preciso ter muita paciência. Foram 4 anos de espera para publicar pela minha primeira editora que era bem pequena. Depois mais dois anos para publicar por uma grande. Então é um processo longo até chegar no momento certo. O importante é não desistir, se o seu objetivo final é construir uma carreira literária. Mas hoje os caminhos estão mais fáceis do que em 2006, quando comecei a procurar uma editora.

7. Uma frase para a vida:

R: ”São as nossas escolhas, mais do que as nossas capacidades, que mostram quem realmente somos” – Harry Potter e a Câmara secreta
Bom galera, é isso. Peço que se vocês tiverem um sonho, como ser escritor ou qualquer outra coisa, corram atrás e nunca desistam. Beijos!
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Fui mencionada em um post na Veja Rio pelo colunista Bruno Chateaubriand.

Quer conferir? http://vejario.abril.com.br/blog/bruno-chateaubriand/as-ultimas/felipe-pena-incentiva-leitura-no-pais

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“Geração Subzero”, esse é o título do novo trabalho de Felipe Pena, jornalista e escritor carioca. O livro,que será lançado em junho pela editora Record, irá reunir contos de vinte autores ignorados pela crítica e amados pelo público.

Entre eles, estão nomes como Thalita Rebouças, Ana Cristina Rodrigues, Pedro Drumond e Carolina Munhóz. A boa notícia é que toda a renda arrecadada com a obra será revertida para o projeto social “Ler é 10 – Leia Favela”, do Complexo do Alemão, que incentiva a leitura no país.

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Ótima resenha feita pela Natália Couto Azevedo para o blog Literatura de Cabeça!

Quer comentar? http://www.literaturadecabeca.com.br/2012/02/resenha-venca-as-barreiras-entre-os.html

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Fadas figuram na mitologia desde tempos ancestrais, com relatos na Pérsia Antiga, Grécia e, principalmente mitologia celta. Fazem parte do imaginário coletivo, afinal, quem nunca ouviu uma história com uma fada madrinha? Ou a Sininho da Terra do Nunca? Criaturas adoráveis, lindas e bondosas majoritariamente, que são retratadas neste livro de Carolina Munhóz.

Em A Fada (Editora Novo Século, 222 páginas) protagonista da história é Melanie Aine das Fadas, uma garota que descobre sua verdadeira natureza aos 18 anos, quando uma dolorosa tatuagem surge em seu corpo. No mesmo dia, perde o pai e vê sua mãe partir.

Sozinha, buscando a missão que a tornará uma fada completa, Mel encontra um homem, Arthur Wales, que parece ser a chave para seu futuro. E para seu coração.

Começo parabenizando a Editora pela arte maravilhosa. Uma capa linda e delicada, que revela pequenas borboletas que combinam com a atmosfera mágica da obra. As letras são grandes, numa fonte agradável, em um papel amarelado, tornando a leitura fácil e prazerosa.

Li este livro em dois dias. A leitura é fácil e leve, fluindo muito bem. A narrativa da autora é excelente: tecnicamente muito caprichada, com utilização de diversos recursos metafóricos para construção das descrições, o que facilita nossa aproximação com os sentimentos e sensações da protagonista. A história é narrada em primeira pessoa, pela própria Mel, o que aumenta essa integração com suas emoções. Me desagradou um pouco o uso de expressões em inglês. Entendo que seja um livro passado na Inglaterra, mas creio que parte dessas expressões poderiam ter sido traduzidas para o português sem prejuízo.

É um livro muito emocional. A história em si não possui muita ação e é mantida pela série de descobertas que Mel faz sobre si mesma e sobre o amor. Sentimento esse que permeia toda a obra e é bem retratado. Outro ponto levantado é o papel do destino, e até onde podemos interferir e modificá-lo.

A trama desenvolve-se em Londres, com algumas passagens em Fairyland, o plano feérico. Achei os locais bem retratados, com bastante fidelidade ao espaço Londrino. Acredito que Fairyland poderia ter sido mais explorada em descrições, para nos ajudar a entrar melhor na dimensão das fadas.

Os personagens são poucos e bem delineados. Mel, a protagonista, algumas vezes me irritava por ser muito volúvel em seus sentimentos. O mesmo acontece com Artur, seu par romântico. O amor que se desenvolve entre os dois, no espaço de poucos dias me pareceu excessivamente intenso. Um amor eterno surgido em uma semana. Fora que situações simples ganhavam uma força exagerada, o que gerava um clima de altos e baixos sucessivos, tornando a personagem ainda mais instável. Mas isto é algo pessoal. Eu, particularmente, não gosto desta tendência de paixões arrebatadoras e rápidas, personagens femininas que perdem a racionalidade, movidas pelo coração. Mas sei que muitas pessoas adoram, e para elas este livro será um prato cheio.

O panorama mágico criado foi interessante, com a premissa de criaturas fantásticas habitando nosso mundo e outras dimensões paralelas que interagem com a nossa. Os bruxos foram as criaturas que julguei melhor exploradas, com demonstrações de rituais e feitiços. Mel também acaba exercendo sua magia através de rituais semelhantes, o que me soou um pouco estranho, pois imagino fadas com uma magia muito mais natural, que não depende de artifícios humanos para acessá-la.

Recomendo este livro para os fãs de romances com muita paixão, repletos de declarações e demonstrações de amor, aliados a um toque fantástico e de misticismo. Acredito que será uma leitura deliciosa!

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Entrevista para o blog No Mundo dos Livros.

Quer comentar? http://mundodosmngas.blogspot.com.br/2012/03/entrevista-carolina-munhoz-fada.html#comment-form

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Olá leitores, como estão? Bem hoje sai ao ar nossa primeira entrevista do blog \o/, e abrimos essa coluna com a nossa querida Carolina Munhóz autora do livro a fada, querem saber mais dela? Ai vai logo abaixo um pouco sobre ela, sua obra e claro a entrevista, confiram!

A entrevista

1- Quando você decidiu se tornar uma escritora?

R: Nunca planejei ser escritora. Eu sempre fui fanática por livros e já escrevia fanfics, mas só percebi que estava escrevendo um no capítulo três. Agora sou escritora e tenho muito orgulho da minha profissão.

2 – O que te inspira a escrever?

R: Qualquer coisa me inspira. Um fato diferente que aconteceu no meu dia, um filme novo, livro interessante, relação amorosa e até brigas familiares. O importante é se abrir para o mundo e absorver tudo de bom e até ruim dele, para assim se manter ativo na profissão.

3- O que te levou a escolher o tema do livro “A Fada”?

R: Em 2006 eu estava passando por uma fase de depressão e em uma noite tive um sonho com uma fada linda. Esse sonho se transformou em meu livro “A Fada”. Foi como se alguém tivesse contado a vida daquela menina para mim. Então brinco que eu não escolhi as fadas, mas elas que me escolheram.

4- Como foi se aventurar nessa fantasia que o livro traz?

R: Foi uma experiência mágica. Eu sempre fico muito encantada com o processo da escrita. É como mergulhar em um outro mundo.

5- Você ficou satisfeita por escrever um livro que provavelmente faz muito sucesso entre os adolescentes e outras idades?

R: Se faz muito sucesso ainda não sei. rs Mas estou EXTREMAMENTE contente com o resultado do livro. É muito bom acordar todo dia com os emails lindos que recebo. Sinto-me bem em saber que uma frase minha possa ter tocado uma pessoa. Espero poder continuar nesse trabalho por muitos anos e quero sempre ter uma amizade bonita com meus leitores. Sem eles…não sou nada. Gostaria de aproveitar e agradecer os jovens, adultos e até crianças que estão me apoiando. Minhas vitórias são suas vitórias.

Essa foi a entrevista com a maravilhosa Carolina, escritora parceira aqui do blog, espero que tenham gostado , comentem e até a próxima.

 

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Olá pessoal!

Hoje trago uma entrevista ótima para vocês. Conversei com a Kate Willians do blog Drunk Culture. Para quem quiser conferir: http://drunkculture.blogspot.com.br/2012/03/o-drunk-questiona-carolina-munhoz.html

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Boom dia Drunk Lovers, hoje, mais uma entrevista para o nosso quadro O Drunk Questiona, espero que gostem! 

Sinopse: Uma história repleta de magia e espiritualidade. Candidata a seguir os passos de Alexandra Ardonetto e Cassandra Clare” – Revista Época

Alguns jovens ganham presentes caros, passagens aéreas ou festas surpresas em seus aniversários de 18 anos. Melanie Aine ganhou o falecimento do pai, uma estranha tatuagem e a descoberta de que não era um ser humano.
Como se tudo isso não fosse suficiente, Melanie ainda descobriu por detrás da enevoada e mística cidade de Londres um mundo fantástico que até poderia ignorar, se não descobrisse ser parte importante dele. Um legado que traz com ele diversas tragédias e problemas pessoais que ela não espera se adaptar, mas não sabe se terá opção.
A única parte recompensadora parece ser seu encontro com um homem misterioso, oriundo de uma família bruxa poderosa, cuja relação caminha em uma linha bamba e tênue que separa afeto e fúria.
Um afeto que pode levá-la à transcendência e à vida eterna.
Uma fúria que pode conduzi-la à morte e ao esquecimento.
Dentre muitos feitiços, lutas, criaturas mágicas e eventos sobrenaturais, “A Fada” é uma história de descobertas e superações, sobre como o amor pode fazer várias pessoas redescobrirem a vida e a magia nela
O Drunk Questiona – Carolina Munhóz
 
É um prazer imenso trazer para o nosso quadro, mais uma autora nacional de
sucesso! Essa entrevista será mais curta que as outras, mas nós iremos tentar ser bem criativos… Então, para começar Carolina, fala pra gente, qual foi o ‘pontapé inicial’ para que você escrevesse A Fada? O que te inspirou a criar um mundo tão exótico em meio á literatura fantástica?
Carolina: Meu pontapé foi um sonho e uma fase negra na minha vida. Pode parecer um pouco triste isso, mas hoje se tornou uma grande felicidade.
Eu era muito nova e estava passando por uma fase estremamente difícil. Em um dia em que estava rezando para que algo bom me acontecesse, eu dormi e tive um sonho com uma fada muito bonita. Nesse sonho uma boa parte de “A Fada” havia sido criada e depois foi só acrescentar os detalhes.
Então minha maior inspiração foi essa visão e os livros que me acompanharam desde pequena, como Harry Potter.
 Não sei se esta foi a sua primeira obra, mas gostaria de saber, quando e como foi que você descobriu que a sua paixão pela escrita ia além das ‘redações forçadas da época do colegial’? Quando foi que você resolveu levar a sério essa história de se tornar autora?
Carolina: Eu comecei escrevendo fanfics de Harry Potter para sites do gênero, então não eram livros, mas já dava para treinar. Depois com 16 anos escrevi meu primeiro livro que é “A Fada”. Contudo, só percebi que estava escrevendo um livro no terceiro capítulo.
Quando terminei de escrevê-lo, percebi que meu caminho começava e não existia outra profissão na minha vida. Após isso, determinei esse objetivo e lutei para hoje poder viver de literatura.
Todos nós sabemos o quanto é raro um autor brasileiro ganhar espaço na literatura.
Porque querendo ou nós – autores – ainda sofremos algum preconceito – principalmente os novos, iniciantes – então o que você pensa dessa situação, no geral? Que conselho daria para esses autores?
Carolina: Infelizmente a carreira é muito complicada e restrita, por isso são poucos que conseguem ter seus livros publicados. Aos poucos o mercado está mudando, mas ainda tem muito para acontecer.
A nova geração de escritores, em especial de fantasia desse país, está querendo mudar essa visão que as pessoas possuem de nossa carreira.  Acredito que vamos conseguir! Tem muita gente boa por ai.
Meu maior conselho: Escreva! Se você não tem um livro pronto, para o mercado você não é um escritor.
O que você anda lendo? É uma pergunta tão simples, mas a verdade é que nós sabemos o quão difícil é para um autor se manter sempre atualizado. Porque apesar de amar ler, há sempre a falta de tempo. Como você coincide ‘trabalho, família, livros…’?
Carolina: No momento estou lendo o livro “Love Under Cover” em inglês da autora americana Jessica Brody. Já li dois livros delas (Fidely Files e Karma Club) e estou adorando esse também.
Conheci a Jessica na Bienal e recentemente fui visitá-la nos Estados Unidos. É uma excelente amiga e escritora. Recomendo!
Realmente é complicado se manter atualizado nesse mercado. Ao mesmo tempo em que você tem que ler os livros do seu gênero, é preciso parar para escrever o seu próximo e ainda ter tempo para as outras coisas. O bom é que meu marido também é escritor e em casa só falamos disso. Minha família também me dá muito suporte, então não reclamam tanto de eu não poder visitar. rs
 E para encerrar com chave de ouro, quais os seus planos – como autora – para 2012? Já pensou em alguma coisa, algo que possa nos adiantar?
Carolina: Eu tenho dois livros prontos e estou começando uma série nova de fantasia/chick lit. Esse ano lanço meu próximo livro de fantasia Young Adult, mas ainda estamos definindo o mês. Logo divulgo mais dados.
Pretendo crescer cada vez mais na carreira e tenho gostado muito de poder ter contato com leitores tão maravilhosos.
Muito obrigada pelo espaço em seu blog e quem quiser entrar em contato comigo é só me escrever no @carolinamunhoz ou nowww.carolinamunhoz.com.
Super beijo e que as fadas as iluminem.
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